Será que a pandemia mudou a forma como compramos? E que impacto teve este ano na Moda nacional? A criadora portuguesa Constança Entrudo desenha hipóteses para o que aí vem.
Será que a pandemia mudou a forma como compramos? E que impacto teve este ano na Moda nacional? A criadora portuguesa Constança Entrudo desenha hipóteses para o que aí vem.
Será que a pandemia mudou a forma como compramos? E que impacto teve este ano na Moda nacional? A criadora portuguesa Alexandra Moura desenha hipóteses para o que aí vem.
Nunca é cedo demais para começar a planear o Natal. Este ano, foge às compras de última hora, à pressão e sem graça! Neste mercado, encontras tudo… E nem precisas de medir a distância social.
A Zara explora a feminilidade através da roupa interior, e estreia-se no mundo da lingerie, com peças à venda exclusivamente online.
Non Manon é a marca de moda que nasceu na pandemia – é 100% nacional, vende roupa de luxo e é sustentável. A marca vende peças com tecido vintage e deadstock, que são desenhadas pela designer e fundadora, Marta Carvalho, com quem conversámos.
No espaço de 10 anos tornaram-se um fenómeno, mudando a aparência das mulheres, desde as sobrancelhas grossas a liftings de traseiros, e transformando-se em multimilionárias pelo caminho. Desvandamos o poder da equipa Kardashian.
Numa altura em que o planeta se encontra a abarrotar só há uma coisa a fazer. Ou a não fazer. Referimo-nos ao ato de comprar. Ou melhor, de comprar com conta, peso e medida. O verbo ‘comprar’ de modo exacerbado só tem trazido dissabores ao planeta e, consequentemente, a nós que o habitamos. Podemos assobiar para o lado e camuflar o problema sob a alçada de termos como ‘sustentabilidade’. Ou então encaramos os factos. A Máxima dá-lhe números, muitos e redondos, para que a falta de factos deixe de ser uma desculpa e não lhe reste senão encarar a mudança.
As peças mais extravagantes sobrepõem-se à discrição do cinzento e do preto numa demanda por brilho e glamour, nesta altura do ano. Mas será que a roupa de festa tem (mesmo) de ser uma luta impossível entre aquilo de que gostamos e o que manda o dress code?